- Matriz Energética
A matriz energética é a fonte inicial de todo processo produtivo e desde o século XIX até os dias atuais, o modelo predominante baseia-se no uso dos combustíveis fósseis, derivados princiapalmente do petróleo e do carvão mineral.
Essas fontes de energia, no entanto, além de constituírem-se em recursos finitos, são altamente poluidoras e degradadoras do ambiente e quando queimadas em motores a combustão, diversos poluentes e resíduos tóxicos são emitidos, contaminando o ar, o solo e a água e afetando desde frágeis ecossistemas até a saúde da população. Entre esses resíduos está o dioxido de carbono (CO2), responsável pela intensificação do efeito estufa.
No entanto, no inicio do século XXI, somente cerca de 15% da energia consumida no mundo foi gerada a partir de fontes renovéveis, entre as quais se incluem energia hidrelétrica, biomassa, solar dos ventos (eólica), do interior da Terra (geotérmica) e extraída de plantas (biocombustíveis).
Ao contrário dos combustíveis fósseis, da energia nuclear e até mesmo das grandes usinas hidrelétricas, essas fontes mais limpas de energia ainda permitem descentralizar a produção, com a construção de pequenas usinas geradoras. Dessa forma, obtém-se uma melhor distribuição, levando eletricidade a comunidades mais distantes, aonde as grandes redes de transmissão e distribuição não chegam.
- Biocombustíveis
Os biocombustíveis, também conhecidos como agrocombustíveis, são produzidos de plantas como cana-de-açúcar, a beterraba, a batata e o milho, no caso do etanol (álcool); e de gorduras animais e óleos vegetais, no caso do biodiesel.
Esses combustíveis, ao contrário dos fósseis - que estão há milhões de anos retidos na crosta terrestre - são vistos positivamente por parte dos ambientalistas pelo fato de emitirem menos poluentes e captarem carbono durante o desenvolvimento das plantas.

